A escolha do regime tributário é uma das decisões que mais impactam o caixa de uma empresa — e muitas a fazem no automático, repetindo o do ano anterior. Simples, Presumido ou Real: cada um tem uma lógica própria, e o certo depende dos números do negócio.
Índice
Simples Nacional
Reúne tributos em uma guia única (DAS) e simplifica obrigações. É vantajoso para muitas pequenas empresas, mas nem sempre: dependendo da atividade e da folha (fator R), pode sair mais caro que o Presumido. E, a partir de 2027, entra a decisão sobre pagar o IBS e a CBS por dentro ou por fora.
Lucro Presumido
A base de cálculo de IRPJ e CSLL é presumida por um percentual da receita. Costuma ser bom para empresas com margem alta e folha enxuta. Exige controle, mas oferece previsibilidade.
Lucro Real
Os tributos incidem sobre o lucro efetivo. É obrigatório para alguns portes e atividades e vantajoso para margens baixas ou prejuízo. Exige contabilidade rigorosa — e é onde a controladoria mais agrega.
Como decidir (e por que revisar todo ano)
A decisão certa vem de simulação: comparar a carga nos três regimes com os números reais da empresa, considerando a Reforma. O que era ótimo num ano pode não ser no seguinte. A ARVI Consultoria faz esse estudo para empresas de Goiânia. Quer saber o melhor regime para o seu caso? Fale com a ARVI.
Perguntas frequentes
Posso mudar de regime durante o ano?
Em regra, a opção é anual, com prazos específicos — por isso o planejamento antecipado é essencial.
O mais barato é sempre o Simples?
Não. Dependendo da margem e da folha, Presumido ou Real podem ser mais econômicos. Só a simulação mostra.